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jan 13, 2017
Inovação e tecnologia

Cirurgiões plásticos brasileiros lideram indústria global

Quase 320 mil cirurgias de “Brazilian butt lift” foram realizadas no ano passado – um 30% a mais que no ano anterior. Esses números seguem uma tendência de aumento no número de cirurgias plásticas no mundo. O chamado “Brazilian butt lift” figura entre os procedimentos mais pedidos da indústria. A técnica adotada mundialmente foi inventada pelo cirurgião brasileiro Ivo Pitanguy, que morreu em 2016 – após participar da cerimônia de revezamento da tocha olímpica.

 

Em 2013, o Brasil figurou como líder mundial de cirurgias plásticas – um aumento de meio milhão em um ano. De acordo com a Sociedade Internacional de Estética e Cirurgia Plástica, 1,2 milhão de procedimentos foram realizados no Brasil. O país está atrás apenas dos Estados Unidos.

 

No auge da indústria no Brasil, o país representou 13% do total global. Outros países no topo da lista de cirurgias plásticas realizadas são México, Alemanha e Espanha – mas todos estão muito atrás de Brasil e Estados Unidos.

 

Os procedimentos mais comuns no país são lipoaspiração e implantes mamários – 182.765 e 158.950 cirurgias, respectivamente. Já nos Estados Unidos, o botóx é o preferido.

 

Adolescentes brasileiras estão cada vez mais presentes nos consultórios. Em 2013, o número delas mais que dobrou em relação a períodos anteriores. O pico dessas cirurgias ocorre durante as férias do meio do ano – uma alta de 60%.

 

De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a evolução física e a maturidade são determinantes para a realização ou não de um procedimento.

 

Os homens estão recorrendo cada vez mais a cirurgias estéticas – sobretudo para implantes ou redução pectoral. Apenas em 2015, mais de 26 homens recorreram ao procedimento.


Com o auge de celebridades famosas pela forma do bumbum, como a socialite Kim Kardashian, as mulheres do mundo todo estão recorrendo à técnica brasileira para “levantar” o bumbum. O Brasil, contudo, é pioneiro no assunto – Pitanguy já usava a técnica nos anos 1970.